A morte do símbolo

Morreu um simbolo.

Um simbolo do que é pegar a esperança das pessoas em proveito próprio.

Um simbolo da capacidade humana em não querer ver o óbvio, quando isso não lhe interessa.

O “defensor da liberdade” que prendeu todo um povo a uma ilha.

Saúde e educação são importantes. Mas é preciso ter uma vida para aproveitá-las.

Morre o símbolo. O tumor foi extirpado. Pelo tempo, o único que a todos vence.

Mas a realidade das pessoas não vai mudar, pois o tumor deu metástase e seus herdeiros continuarão dominando o corpo hospedeiro.
O que aconteceu nesse fim de semana foi uma revelação: veja como seu político de estimação se referiu a morte do ditador cubano: se ele fez QUALQUER comentário positivo ao sujeito, NUNCA MAIS vote no indivíduo. 

É isso mesmo: qualquer um. FHC, Aécio, tudo reprovado!

Ou nós no livramos dessa mentalidade, ou nunca vamos realizar nosso potecial.

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